A torrefação

Da origem à sua xícara, torrado aqui em Lisboa.

Desde 2024 torramos nós próprios cada saco em Lisboa — em pequenos lotes, todas as semanas.

Grãos a rodar dentro do tambor do torrador

Origem

Escolhemos o café lote a lote.

Brasil, Colômbia, Etiópia, Quénia, Ruanda, Costa Rica e Papua-Nova Guiné, comprados através de exportadores e importadores com quem trabalhamos safra após safra. Colheitas sazonais e microlotes — porque a mesma cereja pode saber a alperce num lote e a quase nada noutro.

🇧🇷 Brasil🇨🇴 Colômbia🇪🇹 Etiópia 🇰🇪 Quénia🇷🇼 Ruanda🇨🇷 Costa Rica 🇵🇬 Papua-Nova Guiné
Plantação de café na origem
Cerejas de café maduras
Produtor no terreiro de secagem
Tanques de fermentação na origem

Quatro passos, sem atalhos.

O mesmo processo por trás de cada saco na prateleira e de cada espresso no balcão.

Selecionar Provamos amostras dos nossos exportadores e importadores, e escolhemos os lotes que ainda nos surpreendem à terceira prova.
Traçar o perfil Cada lote é torrado com um perfil feito para o seu propósito — filtro, espresso ou omni — e registado, curva a curva.
Repousar e embalar Os grãos repousam e vão para sacos com válvula até três dias após a torra, com a data de torra em cada rótulo.
Calibrar Cada café calibra com a mesma receita todos os meses, para que um flat white em Belém saiba como um flat white no Chiado.
Máquinas de espresso Victoria Arduino

No balcão

Victoria Arduino, em cada café.

As mesmas máquinas, moinhos e receitas nos seis espaços — e as mesmas que fornecemos e instalamos nos nossos parceiros grossistas.

Equipamento e instalação

Prove a torra desta semana.

Comprar café em grão